
Um ateleta que luta nu sem mexer uma palha será um modelo de virtude?
A espada habitua-se à baínha. Assim as paixões também se adoçam na reserva.
A inocência nem sequer nos é permitida mesmo que não cometamos injustiça – a moleza, a hesitação e a inacção também podem ser criminosas.
A paciência apodrece muitos frutos doces e outros tantos amargos.
Nunca sabemos quando é que as boas acções são mesmo boas, mesmo que finjamos acreditar nalgum instinto.
Elevamo-nos quando sentimos o «divino» como uma coisa extremamente sensual.
Dominamo-nos na medida em que temos praszer em nos dominar, mas temos um prazer ainda mais intenso em violarmos com inexperados desejos os limites que convencionamos manter.
É a fuga ao senso comum que nos faz mais únicos.
Coramos pelos crimes que ainda não cometemos. A culpa dos outros parece contaminar-nos, só porque não estamos preparados para nops defendermos de uma verdadeira inocência.
O homem livre passeia-se com uma agradável liberalidade – nos outros nada condena, embora faça maliciosas insinuações.
Para conhecer os homens é necessário inventá-los na sua humanidade e desumanidade. É revelar e encenar a teatralidade mesmo antes do acto.
A nossa curiosidade procura novos terrenos para caçar. A fome de uma cultura cada vez mais intensa é insaciável.
O valor do silêncio é a sesta que nos permitirá seguidamente acordar para cada vez mais ruídosas harmonias.
O belo transcende o bem porque é muito mais imanente. Por isso o natural é mais radical que o ideal.
A espada habitua-se à baínha. Assim as paixões também se adoçam na reserva.
A inocência nem sequer nos é permitida mesmo que não cometamos injustiça – a moleza, a hesitação e a inacção também podem ser criminosas.
A paciência apodrece muitos frutos doces e outros tantos amargos.
Nunca sabemos quando é que as boas acções são mesmo boas, mesmo que finjamos acreditar nalgum instinto.
Elevamo-nos quando sentimos o «divino» como uma coisa extremamente sensual.
Dominamo-nos na medida em que temos praszer em nos dominar, mas temos um prazer ainda mais intenso em violarmos com inexperados desejos os limites que convencionamos manter.
É a fuga ao senso comum que nos faz mais únicos.
Coramos pelos crimes que ainda não cometemos. A culpa dos outros parece contaminar-nos, só porque não estamos preparados para nops defendermos de uma verdadeira inocência.
O homem livre passeia-se com uma agradável liberalidade – nos outros nada condena, embora faça maliciosas insinuações.
Para conhecer os homens é necessário inventá-los na sua humanidade e desumanidade. É revelar e encenar a teatralidade mesmo antes do acto.
A nossa curiosidade procura novos terrenos para caçar. A fome de uma cultura cada vez mais intensa é insaciável.
O valor do silêncio é a sesta que nos permitirá seguidamente acordar para cada vez mais ruídosas harmonias.
O belo transcende o bem porque é muito mais imanente. Por isso o natural é mais radical que o ideal.